{"id":83975,"date":"2025-01-13T10:12:29","date_gmt":"2025-01-13T13:12:29","guid":{"rendered":"https:\/\/cleitonpinheiro.com.br\/site\/?p=83975"},"modified":"2025-01-13T10:12:33","modified_gmt":"2025-01-13T13:12:33","slug":"pesquisador-investiga-cartas-escritas-por-indigenas-em-50-anos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/cleitonpinheiro.com.br\/site\/pesquisador-investiga-cartas-escritas-por-indigenas-em-50-anos\/","title":{"rendered":"Pesquisador investiga cartas escritas por ind\u00edgenas em 50 anos"},"content":{"rendered":"\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"613\" src=\"https:\/\/cleitonpinheiro.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/01\/rafael_xucuru-kariri3-1024x613.webp\" alt=\"\" class=\"wp-image-83976\" srcset=\"https:\/\/cleitonpinheiro.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/01\/rafael_xucuru-kariri3-1024x613.webp 1024w, https:\/\/cleitonpinheiro.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/01\/rafael_xucuru-kariri3-300x179.webp 300w, https:\/\/cleitonpinheiro.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/01\/rafael_xucuru-kariri3-768x459.webp 768w, https:\/\/cleitonpinheiro.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/01\/rafael_xucuru-kariri3.webp 1170w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">\u00a9 Julia Prado\/CGCOM\/CAPES\n<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>\u201cAcho que o problema do \u00edndio n\u00e3o \u00e9 s\u00f3 da Funai e n\u00e3o \u00e9 s\u00f3 do governo. O problema do \u00edndio \u00e9 de todos os brancos\u201d. Este \u00e9 um trecho da carta aberta escrita por um dos principais l\u00edderes ind\u00edgenas do pa\u00eds, Megaron Txucarram\u00e3e, do povo Kayap\u00f3, para o Brasil, em 1\u00ba de novembro de 1980. Divulgada em plena ditadura militar, a carta traz quest\u00f5es discutidas entre povos ind\u00edgenas e a responsabiliza\u00e7\u00e3o dos \u00f3rg\u00e3os de governo e da sociedade.<img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/ebc.png?id=1625734&amp;o=node\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/ebc.gif?id=1625734&amp;o=node\"><\/p>\n\n\n\n<p>Outro trecho da carta traz assuntos que ainda hoje s\u00e3o cr\u00edticos no Brasil, constru\u00e7\u00f5es que impactam territ\u00f3rios ind\u00edgenas e&nbsp;amea\u00e7as \u00e0 sa\u00fade desses povos: \u201cem 1973 para 1974, pessoal pegou sarampo na estrada e levou para Jarina. Sarampo matou muita gente. Para branco a estrada \u00e9 muito boa, mas para n\u00f3s n\u00e3o foi muito boa, porque pela estrada chega doen\u00e7a para \u00edndio\u201d, diz o documento.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Esta \u00e9 uma das mais de 1,1 mil cartas analisadas na tese&nbsp;<em>Retomar&nbsp;o Brasil: um estudo das cartas escritas pelos povos ind\u00edgenas nos \u00faltimos 50 anos<\/em>, de Rafael Xucuru-Kariri (foto em destaque), doutor em ci\u00eancias sociais pela Universidade Federal da Bahia (UFBA). A tese \u00e9 um recorte do projeto&nbsp;<em>As Cartas dos Povos Ind\u00edgenas ao Brasil<\/em>, coordenado pela professora da UFBA Suzane Lima Costa, que pode ser&nbsp;<a href=\"https:\/\/cartasindigenasaobrasil.com.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">acessado na internet<\/a>&nbsp;e re\u00fane as cartas escritas por esses povos a presidentes, a autoridades, a organiza\u00e7\u00f5es e lideran\u00e7as nacionais e internacionais, desde o s\u00e9culo 17.<\/p>\n\n\n\n<p>No dia 12 de dezembro, Xucuru-Kariri venceu o pr\u00eamio L\u00e9lia Gonzales, consagrando-se como o primeiro ind\u00edgena a receber uma das principais condecora\u00e7\u00f5es do Pr\u00eamio Capes de Tese 2024, que reconhece os melhores trabalhos de conclus\u00e3o de doutorado defendidos no Brasil. Ao todo s\u00e3o tr\u00eas as premia\u00e7\u00f5es m\u00e1ximas. O pr\u00eamio que recebeu da Coordena\u00e7\u00e3o de Aperfei\u00e7oamento de Pessoal de N\u00edvel Superior (Capes), autarquia vinculada ao Minist\u00e9rio da Educa\u00e7\u00e3o (MEC), \u00e9 referente ao col\u00e9gio de humanidades.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Na tese, Xucuru-Kariri mapeia as cartas escritas entre&nbsp;1972 e 2022 e analisa quem escreve, quem s\u00e3o&nbsp;os&nbsp;destinat\u00e1rios, os assuntos e o contexto de escrita das correspond\u00eancias p\u00fablicas ind\u00edgenas. Ao longo do tempo escolhido para a an\u00e1lise, ele observa tamb\u00e9m mudan\u00e7as tecnol\u00f3gicas, com as cartas passando a ser digitalizadas a partir dos anos 2000. Com o avan\u00e7o da tecnologia e tamb\u00e9m com o aumento dos \u00edndices de alfabetiza\u00e7\u00e3o, mais cartas foram escritas.<\/p>\n\n\n\n<p>Em rela\u00e7\u00e3o aos assuntos abordados, segundo a pesquisa, a maior parte das cartas do per\u00edodo tratam de terra (479), seguido por viol\u00eancia (211), sa\u00fade (198), educa\u00e7\u00e3o (134) e meio ambiente (83).<\/p>\n\n\n\n<p>Para Xucuru-Kariri, as cartas buscam trazer para o debate p\u00fablico assuntos que muitas vezes n\u00e3o t\u00eam espa\u00e7o e servem tamb\u00e9m para expor as vis\u00f5es de mundo, os pensamentos e sentimentos desses povos. O estudo que fez derruba ainda um dos mitos que se tem no Brasil, de acordo com o pesquisador, que \u00e9 de que os ind\u00edgenas n\u00e3o tem uma produ\u00e7\u00e3o escrita.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201c\u00c9 uma hist\u00f3ria que a gente acredita que ainda precisa ser contada, porque em geral n\u00e3o se ouve a voz ind\u00edgena, n\u00e3o se ouve que pessoas e povos passaram para derrubar inclusive muitos dos mitos que o Brasil acredita sobre povos ind\u00edgenas. Um deles \u00e9 que n\u00e3o escrevemos, que n\u00f3s n\u00e3o escrever\u00edamos. E a tese demonstra justamente isso, que h\u00e1, na verdade, uma escrita, uma escrita muito profunda, uma escrita de grande quantidade de povos ind\u00edgenas e h\u00e1 refinadas formas tamb\u00e9m de interpretar o Brasil, como intelectuais, como fil\u00f3sofos, como pensadores sobre o pa\u00eds. Ent\u00e3o, boa parte dessas cartas est\u00e3o falando um pouco dessa interpreta\u00e7\u00e3o sobre ser ind\u00edgena, sobre viver e morrer sendo ind\u00edgena no Brasil\u201d, diz Xucuru-Kariri.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Escrevendo cartas&nbsp;<\/h2>\n\n\n\n<p>O pesquisador conta que as cartas sempre fizeram e ainda fazem parte da pr\u00f3pria hist\u00f3ria. Ele integra a primeira gera\u00e7\u00e3o de ind\u00edgenas alfabetizados em massa no Brasil, o que ocorreu a partir da Constitui\u00e7\u00e3o de 1988. Os pais dele eram funcion\u00e1rios da Funda\u00e7\u00e3o Nacional dos Povos Ind\u00edgenas (Funai) e a casa da fam\u00edlia era frequentada por diversas lideran\u00e7as ind\u00edgenas. Por j\u00e1 saber ler e escrever, Xucuru-Kariri foi, ele mesmo, redator de muitas cartas.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cNossa casa era sempre rodeada por muitas lideran\u00e7as, muitas pessoas discutindo, principalmente ali no extremo sul da Bahia, onde a gente foi criado. A gente escutava e debatia muito com Patax\u00f3s, Patax\u00f3s &nbsp;H\u00e3-H\u00e3-H\u00e3e&nbsp;e Tupinamb\u00e1s. Eles estavam sempre l\u00e1 em casa discutindo, falando sobre o movimento ind\u00edgena. Como eu j\u00e1 tinha passado por esse processo de letramento e sabia datilografar &#8211; na \u00e9poca, nem eram computadores, eram aquelas m\u00e1quinas de datilografar -, eu redigia muitas dessas cartas, com demandas sobre postos de sa\u00fade, escolas e demandas variadas nas aldeias\u201d, diz.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Mesmo conhecendo de perto os documentos e os processos de escrita, Xucuru-Kariri&nbsp;nunca tinha pensado em estudar essas cartas at\u00e9 conhecer o projeto de Suzane Lima Costa, do qual hoje faz parte. \u201cEram reflex\u00f5es \u00f3bvias, mas que ningu\u00e9m tinha. Que esses povos, essas pessoas, escreviam e escrevem muitas cartas p\u00fablicas\u201d, diz.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p>\u201cVoc\u00ea tem todas essas cartas do passado, mostrando como a hist\u00f3ria ind\u00edgena e, portanto, a hist\u00f3ria brasileira, \u00e9 muito rica e diferente daquilo que, infelizmente, a gente aprendeu nos livros did\u00e1ticos e como a gente acaba divulgando na sociedade brasileira. Voc\u00ea tamb\u00e9m tem um lado presente, como na ditadura, que eles escreviam muito analisando a sua situa\u00e7\u00e3o pol\u00edtica. E tamb\u00e9m na redemocratiza\u00e7\u00e3o, como os povos participaram da Constituinte, como eles demarcaram um espa\u00e7o ali no debate p\u00fablico\u201d, acrescenta.<\/p>\n<\/blockquote>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Problemas persistem<\/h2>\n\n\n\n<p>As cartas mostram tamb\u00e9m que os problemas persistem ao longo dos anos. Se em 1980 Megaron falou sobre os riscos do sarampo para os ind\u00edgenas, em 2021, a Articula\u00e7\u00e3o dos Povos Ind\u00edgenas do Brasil (Apib) lutou&nbsp;para que a vacina contra a covid-19 chegue aos povos ind\u00edgenas.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cA luta da Apib&nbsp;junto ao Supremo Tribunal Federal, atrav\u00e9s da&nbsp;<a href=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/justica\/noticia\/2023-01\/stf-determina-apuracao-de-crimes-contra-comunidades-indigenas\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ADPF 709<\/a>, e a mobiliza\u00e7\u00e3o dos povos ind\u00edgenas no enfrentamento da pandemia garantiram que os povos entrassem no grupo priorit\u00e1rio da vacina\u00e7\u00e3o nesse momento, pois a vulnerabilidade dos povos \u00e0 covid-19 \u00e9 muito maior do que o restante da popula\u00e7\u00e3o, podendo chegar a sete vezes em certas faixas et\u00e1rias\u201d, diz trecho da carta analisado na tese.<\/p>\n\n\n\n<p>A luta pela terra e a viol\u00eancia tamb\u00e9m perpassam&nbsp;os anos analisados na tese. Em 12 de agosto de 1975, a l\u00edder ind\u00edgena, educadora, contadora de hist\u00f3rias, escritora e artes\u00e3 Andila Kaingang escreveu ao ent\u00e3o presidente, Ernesto Geisel:<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cIsto, senhor presidente, para o povo branco e civilizado, como se julgam, talvez possa parecer romantismo ou coisa que equivalha, mas para o meu povo n\u00e3o, para ele \u00e9 estilo de vida, \u00e9 raz\u00e3o de viver e, consequentemente, motivo bastante para morrer. A invas\u00e3o de nossas terras para o vosso povo tem significa simplesmente um problema jur\u00eddico, ou como quer queiram cham\u00e1-lo, para o meu povo n\u00e3o, s\u00e3o problemas que n\u00f3s caigangues sentimos como feridas que nos atormentam no mais alto dos sentimentos, fazendo-nos diminu\u00eddos, oprimidos e transformando as nossas noites e vig\u00edlias na esperan\u00e7a de ver ao amanhecer nossas terras desocupadas pelos brancos e, no entardecer, mais um dia de desilus\u00e3o, iniciando-se uma nova esperan\u00e7a\u201d, diz trecho da carta.<\/p>\n\n\n\n<p>A terra foi e \u00e9 espa\u00e7o de disputa nacional, muitas vezes marcada por viol\u00eancia extrema. Em 2004, mulheres ind\u00edgenas que sobreviveram a&nbsp;<a href=\"https:\/\/memoria.ebc.com.br\/agenciabrasil\/noticia\/2013-12-28\/mortes-e-ocupacoes-de-fazendas-chamaram-atencao-para-questao-indigena-em-2013\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ataque de homens armados<\/a>&nbsp;aos povos da Terra Ind\u00edgena Raposa Serra do Sol, em Roraima&nbsp;relatam o que ocorreu em carta aberta. \u201cFoi \u00e0s 6h&nbsp;da manh\u00e3 e eu estava deitada ainda. A\u00ed, o meu cunhado (que foi baleado) chegou correndo [&#8230;] Eu sai, e quando olhei [&#8230;] o fogo j\u00e1 estava queimando as casas. Eu peguei o meu ter\u00e7ado e cerquei eles. Falei: podem sair daqui! Se n\u00e3o, eu toro voc\u00eas no meio com o meu ter\u00e7ado! Eles pararam e disseram: que mulher buchudinha braba! Ele (um dos agressores) disse que ia me matar. Ele disse: vou atirar em tu, com o teu filho na barriga! Eu disse: pode me matar, que eu n\u00e3o tenho medo de morrer! [&#8230;] Eles tocaram fogo\u201d, diz trecho da carta.<\/p>\n\n\n\n<p>Mais recentemente, em 2021, as disputa seguem com a&nbsp;<a href=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/justica\/noticia\/2023-09\/indigenas-e-orgaos-internacionais-celebram-derrubada-do-marco-temporal\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">discuss\u00e3o sobre o marco temporal<\/a>, que foi o foco de carta do povo terena. Julgada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), a tese do marco temporal para demarca\u00e7\u00e3o de terras ind\u00edgenas, defendida por propriet\u00e1rios de terras, estipulava que os ind\u00edgenas somente teriam direito \u00e0s terras que estavam em sua posse no dia 5 de outubro de 1988, data da promulga\u00e7\u00e3o da Constitui\u00e7\u00e3o Federal, ou que estavam em disputa judicial na \u00e9poca.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cImpor a tese do marco temporal a n\u00f3s, povos ind\u00edgenas, nada mais \u00e9 do que simplesmente querer legalizar o ilegal ou il\u00edcito, quer dizer, legalizar a titula\u00e7\u00e3o fraudulenta das propriedades estabelecidas em terras das quais comunidades inteiras foram expulsas de maneira violenta, de onde foram v\u00edtimas de remo\u00e7\u00e3o for\u00e7ada ou esbulho. Tal imposi\u00e7\u00e3o est\u00e1 diretamente ligada \u00e0 ideia de genoc\u00eddio ou etnoc\u00eddio porque a terra \u00e9 o suporte f\u00edsico para o usufruto e a exist\u00eancia f\u00edsica e cultural dos povos ind\u00edgenas, segundo seus usos costumes e tradi\u00e7\u00f5es, conforme estabelece a pr\u00f3pria Carta Magna em seu artigo 231\u201d, diz o trecho destacado na tese.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Recriando espa\u00e7os p\u00fablicos<\/h2>\n\n\n\n<p>Para Xucuru-Kariri, as cartas s\u00e3o importantes para a comunica\u00e7\u00e3o dos povos com o restante do pa\u00eds. \u201c\u00c9 um tipo de estrat\u00e9gia que os povos t\u00eam criado com as cartas para reconfigurar, recriar um espa\u00e7o p\u00fablico. Essa eu acho que \u00e9 uma das principais respostas que a gente tem observado. Para fora, elas criam uma resson\u00e2ncia na sociedade brasileira, para discutir mais, para fazer mais a\u00e7\u00f5es nas aldeias que impactem positivamente os povos ind\u00edgenas, mas para dentro tamb\u00e9m. Esses povos, a partir dessas cartas, se reorganizam\u201d. &nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Atualmente, Xucuru-Kariri \u00e9 servidor p\u00fablico que&nbsp;atua&nbsp;na UFBA. Participou da cria\u00e7\u00e3o recente da Licenciatura Intercultural Ind\u00edgena da universidade. Ap\u00f3s ter sido respons\u00e1vel pela escrita de cartas e ap\u00f3s ter feito um doutorado sobre elas, ele diz que, como servidor, tornou-se tamb\u00e9m um dos destinat\u00e1rios desses documentos. \u201cHoje em dia, eu posso dizer que, sem saber, eu passei uma vida entre cartas. Continuo vivendo minha vida entre essas cartas\u201d, diz.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u201cAcho que o problema do \u00edndio n\u00e3o \u00e9 s\u00f3 da Funai e n\u00e3o \u00e9 s\u00f3 do governo. 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