O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) confirmou hoje, durante pronunciamento, a escolha do oncologista Nelson Teich para substituir Luiz Henrique Mandetta, demitido agora há pouco do Ministério da Saúde. As informações são do Portal Uol.

No discurso, o presidente revelou que um dos pontos principais de sua conversa com Teich foi a preocupação em retomar o comércio e as atividades nas cidades, para evitar o desemprego em massa e aumentar a renda das famílias.
“O que conversei com o oncologista dr. Nelson foi fazer com que ele entendesse a situação como um todo, sem apontar a manutenção da vida, sem esquecer que tínhamos outros problemas ao lado disso, que é o desemprego. Junto com o vírus, veio uma máquina de moer emprego. As pessoas mais humildes começaram a sentir primeiro. Não podem ficar em casa muito tempo. Não poderíamos prejudicar os mais necessitados. Não tem como ficar em casa por muito tempo sem buscar alimento”, disse Bolsonaro.
O que conversei com o dr. Nelson é que temos que abrir o emprego no Brasil gradativamente. Essa massa de humildes não tem como ficar preso em casa. E pior, quando voltar, não tem emprego, presidente Jair Bolsonaro (sem partido).
Ao lado do presidente, Teich agradeceu pela oportunidade e garantiu não haverá nenhuma determinação “brusca” sobre as políticas de isolamento social, defendida por órgãos de saúde internacional como cruciais para o combate ao novo coronavírus.
A exoneração de Mandetta, segundo Bolsonaro, deve sair nas próximas horas e foi decidida “em comum acordo”, após uma reunião de aproximadamente meia hora entre ambos.
“Foi uma conversa bastante produtiva, muito cordial. Ele [Mandetta] se prontificou a participar de uma transição o mais tranquila possível. Em comum acordo, apesar de esse não ser o termo técnico, eu o exonero do ministério nas próximas horas. Foi um divórcio consensual”, disse o presidente. (Fonte: Portal Uol).



