A tática de confronto estabelecida pelo presidente Jair Bolsonaro com os governadores causou incômodo nas Forças Armadas. Embora considerem correta a preocupação de Bolsonaro com os efeitos da quarentena estabelecida para combater o coronavírus na economia, os militares discordam e até condenam a guerra travada por ele com os chefes dos Executivos estaduais.

O principal argumento de oficiais generais ouvidos pelo Estado é o de que turbulência política misturada com crise sanitária tem potencial para causar ainda mais problemas ao País. Até mesmo na ala militar do governo há críticas a atitudes tomadas por Bolsonaro, que vem subindo o tom no embate com governadores, especialmente com João Doria (São Paulo) e Wilson Witzel (Rio). “Essa atitude só serve para enfraquecê-lo e isolá-lo”, disse um general, sob a condição de anonimato.
Militares da ativa são proibidos de dar declarações políticas pelo Regimento Disciplinar das suas respectivas forças. Mas as conversas sobre o comportamento do presidente no cruzamento da crise política com a sanitária têm sido frequentes nos grupos de WhatsApp integrados pela cúpula militar. O assunto também faz parte de reuniões que os Altos Comandos das Forças Armadas realizam informal e virtualmente.
De acordo com militares consultados pelo Estado, a briga política que tomou conta do País, aliada a uma tentativa de diversos segmentos de enfraquecer o presidente, são ingredientes considerados perigosos. Para eles, não é o momento para se discutir esse tipo de assunto porque é necessário deixar as diferenças políticas de lado e trabalhar na busca de soluções para a pandemia e as suas consequências.




Há um velho jargão que diz que os ratos são os primeiros a abandonar o barco e estamos vendo essa seleção natural entre os grupos mais próximos do Presidente do Brasil. Os políticos destacam-se nessa fuga, mediante a cultura da classe. Agora os Militares são um caso à parte, haja vista a disciplina, a hierarquia e a própria cultura Militar, que castra os integrantes das forças armadas a abusar das opiniões pessoais. Isso é muito bom porque vai ficar no governo apenas quem tem compromisso com o Brasil e seu povo.
Avante Capitão! Vamos reconstruir este maravilhoso país, nós confiamos em Deus e acreditamos em você!