Em resposta a manifestação de servidores e sindicatos realizada na manhã desta segunda-feira, 18, em Gurupi, contra a falta de atendimento pelo PlanSaúde, o governo do Estado informou por meio da Secretaria da Administração (Secad), que o atendimento do Plansaúde na cidade não está suspenso e que já acionou a Infoway, empresa responsável pela gestão do plano no Estado.

O governo desta que “em relação as manifestações destacamos que o documento protocolado pelos usuários já foi encaminhado à Infoway, empresa contratada para administrar o Plansaúde, que vai realizar um levantamento sobre às situações apontadas”, explica.
Conforme desta a Secad na nota, “em breve, uma revisão de todos os profissionais cadastrados no plano será realizada, também será feita uma avaliação de como estão sendo os atendimentos prestados pelos profissionais e unidades credenciadas para uma reformulação da forma como este atendimento é realizado hoje. Ainda é previsto, para breve, o lançamento de um edital para o credenciamento de novos profissionais ao Plansaúde”.
Sobre Gurupi, “esclarecemos que hoje o Plansaúde possui 4.429 usuários cadastrados e 70 profissionais credenciados na cidade, além do Hospital São Francisco e o CDT – Centro de Diagnósticos. Os usuários vêm sendo atendidos e os pagamentos sendo realizados dentro da normalidade”.
Sobre os transtornos, a Secad disse que “a falta de atendimento podem ser causada por profissionais que estão credenciados ao Plansaúde, que param de atender os pacientes, mas não se descredenciam do Plano. Nesses casos, o beneficiário deve procurar o Plansaúde e informar sobre a negativa de atendimento de um profissional cadastrado, para que o Plano possa tomar as providências necessárias para garantir o atendimento ao paciente”.
Sobre quantidade de vagas, a gestão disse que “não existe uma quantidade determinada de atendimentos por dia, contudo, nos consultórios do Hospital São Francisco o atendimento é realizado, por ordem de chegada, de acordo com o número de vagas disponibilizadas por cada médico”.
Já sobre a autorização de exames, o governo informou que os prazos vem sendo cumpridos de acordo com a Portaria nº 560 de julho de 2017.
Reclamações
Conforme os manifestantes, o ato se “se faz necessário devido ao descaso que o governo tem tido com os assistidos do PlanSaúde na região Sul do Estado nos últimos meses, estamos quase sem nenhuma assistência, falta especialistas, hospitais, exames básicos em nossa cidade, e para piorar nossa situação, a nova prestadora de serviços do plano burocratizou ainda mais o atendimento, sendo necessário agora autorização para exames que chega a 7 dias úteis, exames estes que antes eram autorizados de imediato pelas clínicas”, afirma o movimento.



