Cidades

Irmão de técnica morta contesta versão que o aponta como suspeito

Por Dermival Pereira


Daniela Batista Araújo morreu após ter sido atingida pou uma pedra – Foto/Divulgação

O irmão da técnica de enfermagem Daniela Batista Araújo, de 34 anos, que veio a óbito no Hospital Geral de Palmas (HGP), na quarta-feira,10, após ter sido atingida por uma pedra durante uma briga ocorrida em Taquaralto, no mês passado, Danilo Batista Araújo, entrou em contato com o CP Notícias para dá sua versão sobre o que aconteceu. Ele foi apontado por fontes ligadas a vítima como “possível” autor da ação.

 Danilo  contestou as informações sobre o que aconteceu com a irmã e negou qualquer participação do crime. “Nós estávamos em uma festa no setor Jardim Janaína, em Taquaralto e fomos agredidos por uma gangue, eu também fui vítima, sair lesionado e tive o meu carro depredado, essa versão de que fui eu que atirei a pedra que atingiu minha irmã é mentirosa, caluniosa e essa fonte vai ter que provar isso na Justiça”, questionou.

Questionado se sabia quem desferiu a pedra contra Daniela, Araújo disse não ter essa informação. “Não tenho como saber, lá foi uma briga envolvendo uma gangue onde também sair machucado, então isso é com a polícia que está investigando, só eles podem ter essa informação, o que posso dizer é que estou sofrendo muito com a morte da minha irmã, somos uma família muito unida, nunca tivemos problema algum”, relatou sem dar detalhes de como a briga começou.

Questionado sobre o porque não registrou o Boletim de Ocorrência, Danilo disse que, “eu não tinha muitas informações, não tinha nomes, então só para ir e dizer que não sabia de nada, eu preferir esperar. Também estava preocupado com a minha irmã, estamos sofrendo muito com a perda dela”, pontua, afirmando que o episódio não se trata de uma briga de “família” como sustentou duas fontes próximas à vítima.    


Entenda

A técnica de enfermagem Daniela Batista Araújo, de 34 anos, morreu no início da noite de quarta-feira, 10, no HGP, onde estava internada desde o mês passado quando deu entrada após ser agredida com uma pedra. Daniela trabalhava no GHP e segundo pessoas ligadas a ela, o fato teria ocorrido enquanto a profissional tentava separar uma briga de família. Fato contestado pelo irmão da vítima.

Daniela é natural da cidade de Aparecida do Rio Negro, mas morava em Palmas. Ainda segundo relatos, no dia do crime, a vítima tinha saído de uma festa com amigos e familiares quando a briga aconteceu e ela foi atingida com uma pedra e após quase um mês internada, veio a óbito.

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