Da Redação do CP Notícias

A Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos no Tocantins (Correiros), informou nesta sexta-feira, 13, que a maioria dos empregados, que aderiram à paralisação no Tocantins, retornaram hoje ao posto de trabalho. Levantamento realizado na manhã desta sexta-feira demonstra que 92% do efetivo de empregados está presente e trabalhando.
Com o retorno, apenas cinco agências de Correios estão fechadas – localizadas nas seguintes cidades: Angico, Luzinópolis, Recursolândia, Santa Rita do Tocantins e Santa Terezinha. No restante dos municípios, as agências estão abertas e todos os serviços estão disponíveis.
Mutirão
A empresa colocou em prática seu Plano de Continuidade de Negócios para minimizar os impactos à população. Neste sábado, 14, será realizado um mutirão para entrega de encomendas no Tocantins. Além disso, empregados da área administrativa foram deslocados para auxiliar na operação.
Dissídio
Nessa quinta-feira, 12, os Correios e as representações sindicais participaram de audiência de conciliação no Tribunal Superior do Trabalho (TST), em Brasília (DF). O ministro Mauricio Godinho Delgado foi designado relator do dissídio coletivo. Para minimizar os impactos da paralisação, os Correios aceitaram a proposta de encaminhamento do TST. A condição da empresa é o encerramento da paralisação parcial, integralmente, em todo Brasil.
Desta forma, os Correios aceitaram a proposta de manter as cláusulas do Acordo Coletivo de Trabalho 2018/2019, bem como a vigência do plano de saúde, conforme prorrogação ocorrida em 31 de julho, até o dia 2 de outubro, data do julgamento do dissídio coletivo pelo colegiado do TST.
Em contrapartida, as representações sindicais se comprometeram em levar a proposta de encerramento da paralisação parcial para as assembleias o mais rápido possível, fixando como prazo máximo de deliberação até a próxima terça-feira (17), às 22h.
A empresa reitera que o retorno de todos os empregados é condição essencial para aceitar a proposta do ministro, que fixou, por meio de decisão liminar, o contingente mínimo de 70% do efetivo durante a greve, com multa diária de R$50 mil, caso o percentual não seja atendido.




Quem só NÃO faz GREVE, somos nós, Servidores Públicos do Quadro Geral. Será qual é o Motivo ???