Da Redação do CP Notícias
Crime caracterizado como latrocínio ocorreu em setembro de 2018. Investigações da Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Palmas levaram ao homem apontado como autor do crime.

Policiais da 1º Delegacia Especializada de Homicídio e Proteção à Pessoa (DHPP), de Palmas, prenderam na manhã desta quinta-feira, 22, um homem apontado como autor do crime de latrocínio (roubo seguido de morte) praticado contra a mepregada doméstica Leidiene Pacheco da Silva, de 33 anos, em setembro de 2018.
O mandado de prisão temporária em desfavor do investigado foi cumprido na tarde de ontem, na residência dele, no setor Jardim Taquari, região sul de Palmas.
O delegado-chefe da 1ª DHPP, Guido Camilo Ribeiro, explicou que o caso ainda continua a ser investigado, pois ainda não foi preso um outro participante do crime. Na tarde desta quinta-feira, 21, depois da prisão, o delegado ouviu o suposto autor do crime e, depois ele foi encaminhado para a Casa de Prisão Provisória de Palmas (CCPP), onde ficará à disposição da Justiça.
Delegado comentou a prisão do acusado, afirmando que Leidiene era uma pessoa do bem, mãe de família e que a Polícia Civil do Tocantins trabalhou incessantemente para dar a devida solução ao caso e, assim, uma satisfação à família e à sociedade.
Camilo ressaltou que crimes de homicídio e latrocínio são complexos e levam tempo para serem solucionados. Segundo ele, o caso da Leidiene é um exemplo disso. A Polícia não tinha muitos elementos investigativos. “Tivemos que trabalhar com confronto de dados e análises para chegar ao suposto autor”, explicou o delegado.
O crime
O
crime ocorreu no dia 24 de setembro de 2018. A vítima conduzia uma motocicleta
em uma rotatória do Jardim Aureny III, região sul de Palmas, quando foi
assaltada e morta a tiros. Na época, as testemunhas disseram à Polícia que a
vítima passava por uma rotatória e ao diminuir a velocidade foi abordada pelos
bandidos, que queriam a bolsa e o celular da vítima. Ao tentar fugir e escapar
do assalto, a mulher foi atingida pelos disparos de arma de fogo e morreu antes
mesmo da chegada do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência – Samu chegar ao
local.
Leidiene Pacheco na época tinha 35, era diarista e deixou três filhos.



