Da Redação do CP Notícias

Diversas cidades do Brasil e do mundo deverão sediar, a partir desta sexta-feira, 23, atos em protesto contra as queimadas que vêm atingindo a floresta amazônica no Brasil. Atos estão previstos em cidades como Porto Alegre, São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Salvador, Manaus, Curitiba, Brasília, Juazeiro do Norte, Recife, Fortaleza, Natal, entre outras. No exterior, também já há protestos marcados em várias cidades em países do continente Europeu.
Na Capital gaúcha, uma manifestação batizada de “Salvem a Amazônia!”, marcada para este sábado, 24, às 15h, a relação, já conta com mil confirmações e 1,9 mil pessoas confirmadas em sua página no Facebook. “A maior floresta tropical do mundo está queimando, a maior biodiversidade do mundo está morrendo e absolutamente nada está sendo feito à respeito,”, diz o texto.
Em São Paulo, os atos estão marcados para esta sexta-feira, 23, em frente ao Masp, na Avenida Paulista. O Rio de Janeiro também terá protestos na sexta-feira, na Cinelândia, e no domingo, 25, na Praia de Ipanema.
Diversas ONGs europeias também organizam protestos em frente a embaixadas brasileiras, incluindo capitais como Londres, Lisboa, Madri, Paris e outras capitais.
As queimadas na região vêm ganhando a atenção da mídia nacional e internacional e gerando protestos também de autoridades e celebridades do mundo. A fumaça e a fuligem geradas pelo fogo ainda ganharam destaque por serem apontadas como causa para a escuridão que tomou conta de São Paulo na última segunda-feira.
Falando sobre o assunto, o presidente
Jair Bolsonaro (PSL) voltou a levantar nesta quinta-feira, 22, suspeitas sobre
as organizações não governamentais (ONGs) a respeito das queimadas. “São
os índios, quer que eu culpe os índios? Vai escrever os índios amanhã? Quer que
eu culpe os marcianos? É, no meu entender, um indício fortíssimo que esse
pessoal da ONG perdeu a teta deles. É simples”, reagiu.
Ainda na noite ontem, o presidente convocou uma reunião de emergência com o
comitê de crise do Planalto para debater o assunto e deve anunciar medidas a
partir desta sexta-feira, 23. (Com
informações do Jornal do Comércio).



