Da Redação do CP Notícias

Integrantes do Ministério Público do Tocantins (MPTO) e da cúpula da Secretaria de Segurança Pública (SSP) estiveram reunidos nessa terça-feira, 8, para avaliar as ações já realizadas e alinhar estratégias conjuntas, relativas à investigação dos assassinatos de sete pessoas na cidade de Miracema, ocorrido no último fim de semana.
Dos sete mortos, somente um entre os civis, tinha passagem pela Polícia, segundo informações repassadas a imprensa pelas forças de Segurança que acompanham o caso. Entre os mortos, está um Sargento da Polícia Militar, que atuava no serviço de inteligência da Corporação naquele município.
O pai de Valbiano Marinho, principal suspeito de assassinar o militar, Manoel Soares da Silva e o irmão dele, Edson Marinho, foram mortos a tiros dentro de uma delegacia após prestarem depoimento sobre o caso. Além deles, na mesma noite, outros três jovens foram mortos com tiros na cabeça e deixados em um terreno baldio da cidade. A Polícia Civil ainda investiga se todas as mortes tem relação com a morte do Sargento. Familiares das vítimas cobram justiça.

Por parte do MPTO, participaram da reunião com a SSP integrantes do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) – que, em nível institucional, estão acompanhando o caso em conjunto com o Grupo de Atuação Especializada em Segurança Pública (Gaesp).
Ainda no sábado, dia 05, ao tomar conhecimento dos fatos, o procurador-geral de Justiça, Luciano Casaroti, acionou os membros do Gaeco e do Gaesp para atuarem no caso. Foi instaurado, no âmbito do MPTO, um procedimento para acompanhamento das investigações, colheita e compartilhamento de provas, inclusive depoimentos de testemunhas e realização de perícias. (Com informações da Ascom do MPTO).




