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Sem coerência, MPTO cobra medidas de combate à Covid-19 e também busca derrubar restrição de funcionamento do comércio

Aline Sêne

Enquanto a promotora de Justiça Araína Cesárea D’Alessandro cobra informações e medidas à Prefeitura de Palmas sobre o funcionamento das Unidades de Pronto Atendimento (UPAs), disponibilidade de leitos, de medicamentos, insumos e equipe de profissionais de saúde; o promotor de Justiça Adriano Cesar Pereira das Neves quer a revisão das restrições impostas pela prefeita Cinthia Ribeiro por meio do Decreto 2.003, de 3 de março de 2021.

O jornalista Lailton Costa publicou no seu perfil no Twitter uma petição do promotor Adriano Neves – Ação Civil Pública – requerendo a imediata suspensão de todos os efeitos do decreto municipal e o regular funcionamento de todos os estabelecimentos e a livre circulação, pois as restrições é visto pelo promotor como uma afronta a Constituição Federal.

“O constrangimento a liberdade pessoal de deslocação de cada cidadão, bem como a intervenção estatal na atividade econômica e no trabalho dos munícipes mediante determinação de MEDIDAS RESTRITIVAS OBRIGATÓRIAS violam implacavelmente o princípio constitucional da dignidade humana, TUDO ISSO causado justamente por aquele que deveria assegurá-lo e promovê-lo”, trecho da petição.

O CP Notícias pediu informações a assessoria de comunicação do MPTO: essa petição do promotor Adriano Neves foi protocolada? Qual a posição da instituição sobre as medidas de restrição e combate à Covid-19? E, se o MPTO, não considera importante a adoção de medidas para evitar as aglomerações e circulação das pessoas para consumo não essenciais tendo em vista o alto contágio e lotação dos hospitais públicos e privadas em razão da pandemia?

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