
Por Dermival
Pereira
Em assembléia geral extraordinária realizada na noite dessa segunda-feira, 11, pelo
Sindicato dos Servidores Municipais de Palmas (Sisemp), os servidores do
município de Palmas optaram por manter o estado de greve. A categoria cobra uma
resposta da prefeita em relação ao o atraso no pagamento das progressões
horizontais pendentes desde 2015, quando o benefício foi pago pela última vez. A
gestão foi procurada pelo CP, mas não se manifestou sobre o assunto.
A classe também reclama da falta de diálogo com a gestão municipal que nunca
teria recebido os representantes para falar sobre o assunto e nem apresentado
um cronograma para pagamento dos direitos em atraso.
Em relato ao Portal
CP nessa segunda-feira, 11, o presidente do Sisemp, Heguel Belmiro Souto de
Albuquerque, disse que a categoria esperava ainda ontem, uma proposta da
prefeita da Capital, Cinthia Ribeiro (PSDB), referente aos direitos dos
servidores, que estão em atraso, mas segundo informações recebidas pelo Portal,
não houve resposta por parte da gestão.
Albuquerque explica que “os servidores almejam uma administração diferente, com vistas ao respeito pelo trabalhador e uma boa relação interpessoal obviamente que uma gestão pautada nesse horizonte levará à oferta de serviços mais qualificados e atingirá positivamente o cidadão palmense que é quem usufrui diretamente dos serviços prestados pela prefeitura”, pontua, ressaltando que “outro fator relevante é que o atendimento das demandas dos servidores irá injetar recursos no comércio da cidade e fazer girar a economia local que encontra-se estagnada”, defende.



