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Servidores da segurança cobram vacinação e fim do congelamento dos salários

Paralisação contra o congelamento dos salários do servidores públicos e por vacinação desses profissionais. Foto: Sinpol-TO

Da Redação

Contra o desrespeito que os policiais e demais servidores estão enfrentando em todo o País, o Sindicato dos Policiais Civis do Estado do Tocantins (SINPOL-TO), o Sindicato dos Delegados de Polícia do Tocantins (SINDEPOL/TO), o Sindicato dos Peritos Oficiais do Estado do Tocantins (SINDIPERITO) e outras entidades classistas fazem uma paralisação das atividades na manhã desta segunda-feira, 22, das 8 às 12 horas.

Os representantes sindicais estarão em frente à Central de Flagrantes, na Avenida Teotônio Segurado, e os demais servidores permanecerão em protesto, de braços cruzados, em frente às respectivas unidades de trabalho em que atuam. Vão participar as Polícias Civil, Federal, Rodoviária, servidores do Tribunal de Contas do Estado, Guardas Municipais, Peritos Criminais Federais, Enfermeiros, Educadores Físicos, entre outros.

O ato vai contra a perda dos direitos dos servidores públicos da união, estaduais e municipais, previstas nas PECs da maldade, 186/2019 e 32/2020, e a favor da priorização na vacinação, principalmente dos profissionais que estão na linha de frente para garantir a segurança pública do Estado.

A presidente do SINPOL-TO, Suzi Francisca, comenta os impactos negativos que as decisões do Governo causam aos profissionais. “A nossa luta é por respeito a todos os servidores que estão dignamente cumprindo seu trabalho e sequer estão como prioritários na vacinação contra a Covid-19. Além disso, nossos direitos que conquistamos com tanta peleja estão sendo tomados com aprovação de novas PECs que enfraquecem a nossa categoria. Não iremos nos calar mais diante de tanto descaso, o apoio de todas as entidades neste ato é muito importante para juntos agirmos contra esses estragos que estão nos causando”, disse Suzi.

A presidente do Sindicato dos Delegados de Polícia no Tocantins (Sindepol-TO), Sarah Lilian de Souza, explica que a paralisação é uma forma de protesto contra o congelamento dos servidores públicos por 15 anos. “Estamos sem reajuste salarial desde 2010, ou seja, com essa PEC vamos ficar 26 anos sem reajuste, mesmo estando todos os dias nos expondo em defesa dos tocantinenses, a fim de solucionar casos e dar respostas aos indivíduos e famílias que vêm até nós. Isso não é justo”, destaca.

Entidades participantes

Além do SINPOL-TO, SINDEPOL/TO e SINDIPERITO, estarão presentes: o Sindicato dos Guardas Municipais (SIGMEP-TO), o Sindicato dos Policiais Rodoviários Federais do Tocantins (SINPRF-TO), a Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal (ADPF), a Associação dos Agentes de Polícia (AGEPOL-TO), a Associação dos Policiais Civis do Estado do Tocantins (ASPOL-TO), o Sindicato dos Servidores da Polícia Federal do Tocantins (SINPEF), a Associação Nacional dos Peritos Criminais Federais (APCF), o Sindicato dos Profissionais de Educação Física do Tocantins (SINPEF-TO), a Associação dos Agentes de Necrotomia do Estado do Tocantins (AANETO), o Sindicato dos Enfermeiros no Estado do Tocantins (SETO), a Associação dos Escrivães do Estado do Tocantins (AEPTO), a Associação de Mulheres Policiais do Tocantins (AMPTO), a Associação dos Policiais Civis Papiloscopistas do Estado do Tocantins, a Associação de Servidores Públicos em Defesa da Saúde Mental e da Cidadania (AME), a Federação Estadual das Associações Policiais Civis do Tocantins (FEAPOL-TO), o Sindicato dos Servidores do Tribunal de Contas do Estado do Tocantins (Sinstec) e o Sindicato dos Servidores Públicos no Estado do Tocantins (SISEPE-TO).

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