Da Redação do Portal CP
A reforma da presidência anunciada nessa quinta-feira, 13, por membros da equipe do presidente Jair Bolsonaro (PSL) nem chegou ao Congresso e já enfrenta resistência de opositores tanto do legislativo quanto de entidades classistas. Pelo que ainda será encaminhado ao Legislativo, o governo fixa uma idade mínima de 65 anos para aposentadoria de homens e 62 anos para mulheres, com um período de transição de 12 anos.

No
Tocantins, a primeira entidade a se manifestar contra a reforma foi a Associação
dos Servidores Públicos Municipais no Estado do Tocantins (Aspmet). Em nota
divulgada à imprensa nesta sexta-feira, 15, a entidade repudia a proposta de
reforma da previdência do governo.
De acordo com a Nota, assinada pelo presidente da associação, Ronaldo Sérgio, “a
proposta é indecente e imoral uma vez que o governo tenta jogar a conta para
que o trabalhador pague uma dívida que não é sua”, pontua.
Mesmo sem especificar de quais pontos da proposta a associação discorda, a entidade afirma que “antes de apresentar uma proposta imoral dessa o governo deveria mostrar o que irá fazer para que as grandes empresas que são de fato as que mais prejudicam a previdência paguem aquilo que estão devendo pois são elas com suas sonegações que realmente prejudicam a país”, relata.
Veja a íntegra da Nota
“Nota de Repudio
A ASPMET Associação dos Servidores Públicos Municipais no Estado do Tocantins repudio a proposta de reforma da previdência apresentada pelo governo federal. Segundo o presidente da entidade Ronaldo Sérgio a proposta é indecente e imoral uma vez que o governo tenta jogar a conta para que o trabalhador pague uma dívida que não é sua. Antes de apresentar uma proposta imoral dessa o governo deveria mostrar o que irá fazer para que as grandes empresas que são de fato as que mais prejudicam a previdência paguem aquilo que estão devendo pois são elas com suas sonegações que realmente prejudicam a País”.



