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Sem colega escalado para substituir, médicas que atendem no Hospital Infantil de Palmas acionam SES e registram ocorrência Policial

Por Dermival Pereira

As médicas Amanda Paula Madureira e Beatriz Rabello de Camargo Neta Ribeiro, ambas lotadas no Hospital Infantil de Palmas (HIP), encaminharam na manhã deste domingo, 10, um comunicado à Diretoria Geral e Administrativa da unidade hospitalar e a Secretária de Estado da Saúde (SES), informando a impossibilidade de continuarem no plantão após às 19h30. Segundo o documento em que o Portal CP teve acesso, o motivo do comunicado é que não há médico escalado para o Pronto do Socorro do HIP após esse horário, (quando termina o plantão das duas profissionais), até às 7h30 de amanhã.

Um Boletim de Ocorrência (BO) comunicando o fato também foi registrado na 1º Delegacia de Polícia Civil de Palmas. A queixa é assinada apenas pela médica Amanda Paula Madureira. Ela relatou a autoridade policial que trabalha como pediatra no Hospital Infantil de Palmas e que se encontra escalada juntamente com a colega Beatriz Rabello de Camargo Neta Ribeiro, mas em virtude de não ter outro médico escalado para o período noturno, elas não têm para quem passar o plantão.

“Ocorre que as escalas de plantão encontram-se desfalcadas, o que está gerando inúmeros problemas de atendimento médico que, na presente data, inclusive, o médico subseqüente ao seu plantão, que entraria às 19h30, não se fará presente, e, em decorrência disto, não terá para quem passar o plantão, e os pacientes ficarão então, desassistidos”, pontua a médica no relato dado à Polícia Civil.

médica relata a autoridade policial que trabalha como pediatra no Hospital Infantil de Palmas e que se encontra escalada juntamente com a colega Beatriz Rabello de Camargo Neta Ribeiro, mas em virtude de não ter outro médico escalado para o período noturno, elas não têm para quem passar o plantão.

“Ocorre que as escalas de plantão encontram-se desfalcadas, o que está gerando inúmeros problemas de atendimento médico que, na presente data, inclusive, o médico subseqüente ao seu plantão, que entraria às 19h30, não se fará presente, e, em decorrência disto, não terá para quem passar o plantão, e os pacientes ficarão então, desassistidos”, pontua a médica no relato dado à Polícia Civil.  

Comunicado

Já no comunicado das médicas feito à Diretoria Geral e Administrativa do Hospital Infantil de Palmas, com cópia para a Secretaria de Estado da Saúde (SES), ao Conselho Regional de Medicina (CRM-TO), ao Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), ao Núcleo Interno de Regulação (NIR), as Unidades de Pronto Atendimento (UPAS), ao Conselho Estadual de Saúde, Sindicato dos Médicos do Tocantins (Simed-TO), ao Ministério Público Estadual (MPE-TO) e a Defensoria Pública Estadual (DPE-TO), elas fala da “a impossibilidade de permanecer no posto de trabalho no período noturno, após o término da nossa jornada, devido questão de saúde e de foro íntimo”.

As profissionais também solicitam à Diretoria Geral da unidade hospitalar e a SES que tomem as devidas providências quanto à descontinuidade da escala. “Comunicamos ainda que não temos condições de atender novas crianças, portanto, será necessário fechar as portas imediatamente, não recebendo crianças de demanda espontânea  e nem encaminhadas a menos que de classificação de vermelha – risco iminente de morte”, ressaltam.

Secom responde

Em Nota, a Secom informou que “a Secretaria de Estado da Saúde (Ses) está tomando providências  e trabalha no remanejamento de profissionais para garantir melhor assistência  aos pacientes  do Hospital Infantil de Palmas (HIP). (Matéria atualizada às 18h59).

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