Da Redação do CP Notícias

A Conselheira do Tribunal de Contas do Estado (TCE) Doris Miranda Coutinho deu prazo de 48 horas para que o secretário de Estado da Administração, Edson Cabral, alimente o sistema do TCE com as informações da execução dos contratos do Funsaúde e Plansaúde, incluindo os credenciamentos de prestadores realizados nos anos de 2017, 2018 e 2019. A decisão de Doris atende uma demanda apresentada, ontem, à Corte de Contas, pelo presidente do Sindicato dos Servidores Públicos do Tocantins (SISEPE-TO), Cleiton Pinheiro.
Com a decisão, a conselheira acatou representação feita pelo sindicato, e abriu procedimento para apurar supostas irregularidades na gestão e aplicação dos recursos públicos do Fundo de Assistência à Saúde dos Servidores Públicos do Tocantins – (Funsaúde) e do Plano de Assistência à Saúde dos Servidores Públicos do Estado (Plansaúde). Ao TCE, o sindicato solicitou a instauração de tomada de contas especiais como também a realização de auditoria.
O oficio do SISEPE foi protocolado ontem, logo após fazer vários cobranças ao Governo em relação ao PlanSaúde, durante uma coletiva de imprensa. Na entrevista, o SISEPE também informou que acionou o Ministério Público do Tocantins (MPTO), a Controladoria Geral do Estado (CGE) e a Assembleia Legislativa para apurar o vazamento de um áudio que revela uma suposta cobrança de propina nos pagamentos dos serviços prestados pelo plano no Estado.
O TCE também determinou que Cabral responda questões sobre o regulamento do Funsaúde e Plansaúde, sobre a tabela de preços, quanto o PlanSaúde deve de forma detalhada, valores a receber do PlanSaúde não repassado pelo Governo do Estado, dentre outros itens.
Secretário
Procurado para se posiconar sobre o assunto, o secretário Edson Cabral disse apenas que primeiro irá tomar conhecimento do assunto e conversar com a equipe da Secad.



